E se tudo fosse o último,
Olhar, razão, sorriso, um não,
Se hoje o tempo fosse perdido,
Esquecido e pouco vivido...senão...
Ainda saberias porque aqui andas?
domingo
sábado
Ataque do miócardio
Não é amor, nem lei, nem guerra,
É músculo gordo feito em terra,
Fulgor escasso a entristecer,
É fogo fraco que ninguém quer.
Sendo incerto e derradeiro,
É barco isolado em nevoeiro,
Que peca tarde por procurar,
Que tem no início o acabar.
E no mistério do vento que ruge,
Numa dor que vive e surge,
Como relâmpago de certa idade,
Que ilumina a eternidade.
São dois irmãos com o mesmo nome,
Onde um fica e o outro some,
Ninguém sabe qual deles foi,
O que fica hoje é herói.
Assim a faca que o rompeu,
Como as mãos que Lhe entregamos,
Mais um Homem que não morreu,
Deus não aprova que partamos.
É músculo gordo feito em terra,
Fulgor escasso a entristecer,
É fogo fraco que ninguém quer.
Sendo incerto e derradeiro,
É barco isolado em nevoeiro,
Que peca tarde por procurar,
Que tem no início o acabar.
E no mistério do vento que ruge,
Numa dor que vive e surge,
Como relâmpago de certa idade,
Que ilumina a eternidade.
São dois irmãos com o mesmo nome,
Onde um fica e o outro some,
Ninguém sabe qual deles foi,
O que fica hoje é herói.
Assim a faca que o rompeu,
Como as mãos que Lhe entregamos,
Mais um Homem que não morreu,
Deus não aprova que partamos.
A àgua não tem memória
Nem todas as noites se calam,
Nem tudo o que brilha é ouro,
Mesmo assim vozes falam,
Mesmo assim eu olho.
Nem sempre nos vale o que somos,
Nem de tudo vive do que pomos,
Mesmo assim eu insisto,
Mesmo assim eu existo.
E depois da noite que é obra,
De um nobre que nos namora,
É nela que a minha persiste,
É nela que a minha vida existe.
Nem tudo o que brilha é ouro,
Mesmo assim vozes falam,
Mesmo assim eu olho.
Nem sempre nos vale o que somos,
Nem de tudo vive do que pomos,
Mesmo assim eu insisto,
Mesmo assim eu existo.
E depois da noite que é obra,
De um nobre que nos namora,
É nela que a minha persiste,
É nela que a minha vida existe.
domingo
The good die young
Recebe-o em Teus braços como a um filho, olha por ele, leva o a mergulhar no teu mar e a sentir a verdadeira água salgada.
Ensina lhe as novas regras da tua casa, educa-o como se fosse o seu primeiro dia de escola...
Começa pelo Z, faz ao contrário!
Diz-lhe como apertar os atacadores em oito, só com o olhar. Ensina-lhe a regra dos três simples, o teorema de Pitágoras, as pinturas de Miguel Ângelo e Leonardo, ensina-lhe a astrologia, a astronomia, geologia, matemática, geometria, as ciências, a medicina, ensina-o a fazer arroz doce.
Diz-lhe como é fácil saltar a corda, como é giro o salto em queda livre, como se planta uma árvore!
Uma macieira, é essa a Tua árvore não é?
Ensina-o a cantar, a ouvir cantar os outros, diz-lhe como olhar para o horizonte e proteger os seus, ver os seus, amar os seus.
E...Ama-o, ama-o mais agora do que quando estava vivo!
Ensina lhe as novas regras da tua casa, educa-o como se fosse o seu primeiro dia de escola...
Começa pelo Z, faz ao contrário!
Diz-lhe como apertar os atacadores em oito, só com o olhar. Ensina-lhe a regra dos três simples, o teorema de Pitágoras, as pinturas de Miguel Ângelo e Leonardo, ensina-lhe a astrologia, a astronomia, geologia, matemática, geometria, as ciências, a medicina, ensina-o a fazer arroz doce.
Diz-lhe como é fácil saltar a corda, como é giro o salto em queda livre, como se planta uma árvore!
Uma macieira, é essa a Tua árvore não é?
Ensina-o a cantar, a ouvir cantar os outros, diz-lhe como olhar para o horizonte e proteger os seus, ver os seus, amar os seus.
E...Ama-o, ama-o mais agora do que quando estava vivo!
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